Em defesa das crianças

Assine e divulgue esta petição:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=tcordanaoepatrimonio

[Por: teobraga @ 2017-03-05, 09:12 | Responder | Imprimir ]
Categoria: Touradas


Procuro Pessoas a quem possa fazer entrevista sobre a abolição da Tauromaquia em Portugal

Boa Tarde,
O meu nome é Fabiana, sou estudante do Mestrado de Ciências da Comunicação e procuro uma pessoa que faça parte deste movimento, ou de outros contra a tauromaquia, para que me possa responder às seguintes questões:

a) De que grupo(s) faz parte que defendem a ideia da abolição da tauromaquia em Portugal?

b) Porque se tornou parte deste(s) grupo(s) ?

c) Que medidas têm sido tomadas para tentarem atingir o objectivo de abolir a tauromaquia em Portugal?

d) Porque não conseguem colocar esta questão na agenda pública?

e) Sendo que ao longo dos anos, o número de público deste tipo de "espectáculo" tem diminuído e, consequentemente, o número de espectáculos também, sentem que estão mais perto de conseguirem a abolição das touradas em Portugal?

Agradeço desde já o tempo disponível
email: fabianasilvaduarte@hotmail.com


(Por: Fabiana Duarte)

[Por: @ 2015-05-21, 10:52 | Responder | Imprimir ]
Categoria: MATP


Ajude os amigos açorianos a atualizar a Base de dados

https://docs.google.com/forms/d/1elAy6C5xKI7Sr3h3Hi_RBeegAu_mem1U4lqYuRTwTLg/


[Por: teobraga @ 2015-02-12, 18:03 | Responder | Imprimir ]
Categoria: Outros assuntos


Para a história

Sociedade Micaelense Protectora dos Animais e a Sorte de Varas
A Sociedade Micaelense Protectora dos Animais apela aos deputados regionais para não aprovarem “os espectáculos que têm como pano de fundo os maus-tratos e o sofrimento dos animais”.
De acordo com um comunicado, a sociedade condena “a iniciativa de alguns deputados regionais no sentido de introduzirem nos Açores as chamadas “corridas picadas”, uma vez que tal espectáculo, degradante e medieval, nada tem a ver com a nossa cultura e tradições, para além de constituir um péssimo cartaz turístico para a região”.
A sociedade acrescenta ainda que “apelamos aos senhores deputados para não aprovarem uma tal legislação, utilizando o seu tempo e energias na resolução de assuntos mais prementes para a maioria dos Açorianos”.
(Fonte: Açoriano Oriental, 13 de Maio de 2009)

[Por: 0 @ 2015-02-12, 03:36 | Responder | Imprimir ]
Categoria: MATP


Ainda a sorte de varas nos Açores

Sortes Picadas


Volvidos quase seis anos após semelhante iniciativa veio, recentemente, a público a pretensão de alguns deputados da Assembleia Legislativa Regional da Região Autónoma dos Açores de trazer uma vez mais para o debate parlamentar regional a legalização da sorte de varas, uma sangrenta prática de tortura animal, proibida em todo o território português, em vias de extinção a nível mundial, e já rejeitada, por diversas vezes, nos Açores.
Num momento de grande dificuldade económica e social na ilha Terceira, como consequência dos despedimentos na base das Lajes, vem novamente um conjunto de deputados empenhados na urgência de um projecto legislativo que consiste em nada mais nada menos que legalizar uma nova forma de torturar ainda mais os animais (touro, cavalo e homem), apenas para satisfação de ideias retrógradas alicerçadas em falsas tradições existentes na referida ilha.
Não deixa de ser surpreendente que uma parte dos nossos representantes políticos, num período de grandes constrangimentos económicos, tenha como urgência a legalização de uma prática que para além de nada ter a haver com a imagem internacional que o mundo tem das ilhas dos Açores, tortura animais e consome avultadas verbas públicas.
Segundo o Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) o Governo Regional dos Açores e autarquias esbanjam cada ano em touradas perto de 580 mil euros de dinheiros públicos, que saem do bolso de todos os contribuintes açorianos, através de apoios e subsídios directos ou indirectos à tauromaquia.
A verdade é que uma pretensão de uma minoria de açorianos envergonha um grande conjunto de cidadãos açorianos, que se têm expressado veemente contra a referida intenção legislativa quer nas redes sociais quer em petições e manifestos.
Uma delas é a petição "Corridas picadas nos Açores NUNCA” (disponível em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT75986) que num escasso período de tempo já conta com mais de 2300 subscrições.
A petição acima de tudo identifica a sorte de varas ou corrida picada como um notório atentado à integridade física dos animais e uma atitude que indica um retrocesso civilizacional nos Açores apelando a não permissão da eventual legalização.
Outra iniciativa embora com menos participantes mas bastante representativa em termos políticos e sociais foi o “Manifesto contra a legalização da sorte de varas nos Açores” disponível em http://bit.ly/1zLnADt.
O manifesto subscrito por diversos políticos e ex-políticos (incluindo Presidentes da Assembleia Legislativa Regional da Região Autónoma dos Açores e do Governo Regional dos Açores), bem como artistas, professores universitários, jornalistas, representantes de organizações da sociedade civil, entre outros cidadãos, defende que qualquer prática legalizada numa das ilhas dos Açores implica a Região no seu todo e que a iniciativa que contempla a introdução da Sorte de Varas, já rejeitada em 2009, mancharia a imagem dos Açores, repudiando a eventual iniciativa parlamentar.
Num momento que em Portugal já é crime torturar animais (com anacrónica excepção para as touradas) e que a prática da tauromaquia é abolida em todo o mundo civilizado, legalizar sofrimento animal unicamente para divertimento humano não é mais que um arrepio no desenvolvimento civilizacional.
Parece-me, unicamente, que com a referida iniciativa parlamentar se usam os animais para os torturar em prol do prazer de um pequeno conjunto de pessoas, aplicando em tal acção significativas verbas públicas despendidas por todos os cidadãos, conseguindo o desiderato de passar uma imagem internacional completamente errónea do paraíso que é o nosso arquipélago, como se de picar a nossa sorte se tratasse.
(Correio dos Açores, 12 de Fevereiro de 2015)

[Por: 0 @ 2015-02-12, 02:47 | Responder | Imprimir ]
Categoria: MATP


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